Enzo Frederico Pires de Tavares
27 de mai. de 2026, 05:22:21
Ah, esta taça está a trazer-me umas memórias intensas... Primeiro, senti um amargor herbal, quase como um digestivo italiano. Depois, uma doçura pesada de xarope de bordo e toffe escuro, mas o final seca bem, com nozes e um toque de vinho de casca de noz. Lembra-me tanto uns chocolates cheios de caramelo e café... tipo aqueles Mars bars derretidos, ou até uns millionaire shortbreads. Por baixo, uns amargores de laranja seca e folhas, talvez o Cynar a falar. A textura é rica, quase como um molho inglês velho, com um cálido abraço de café à la Tia Maria no final. É longo, a sério. O amargor fica, com esse final de cognac e Madeira. Para ser sincero, está a sabar-me a um grande amaro, cheio de camadas. 😊




















