
Ema Constança Simões de Amaral
27 de mai. de 2026, 04:02:01
Comecei por servir um copo, a cor já me chamou atenção — um âmbar pálido que brilhava na luz.
Logo ao trazer ao nariz, senti logo aquele aroma doce de vinho gewurz, mais intenso do que me lembrava de outros anos... A seguir, uma onda de mel, mas não era só um tipo — parecia vários tipos de mel misturados. 🍯
Depois, ao provar, apareceu logo um toque de pó de cacau, suave, e uns gotinhas de moscatel que deram uma frescura estranha. O envelhecimento em barris de vinho antigos deu-lhe um carácter diferente, mais complexo.
No fundo, notei uns toques de marmelada caseira, e até me lembrou uns figos de Smyrna e aquelas bolinhas de Jaffa cakes que comia quando era miúdo. As texturas doces pareciam turkish delights e nuga, e havia algo exótico — talvez geleia de manga misturada com água de flor de laranjeira? 🍊
No final, ficou um sabor persistente de nozes pecan cobertas de mel, como aqueles petiscos que se servem em casa. Foi uma surpresa agradável — este whisky tornou-se mesmo um hit em qualquer lar, sem dúvida!