Whiskyspace Portugal 1938
24 de jun. de 2026, 13:27:32
Opa, esse aqui é um daqueles que te deixa a boca cheia de sal e a mente a mil! Primeiro golpe: uma explosão de fruta que parece que alguém jogou mangas no mar, mas não é doce, é salgado, tipo o cheiro do ar depois da maré alta. E esse toque de vinho branco, fresco como uma garrafa aberta no verão, mas sem aquele azedinho chato, só um leve cítrico que não te pega de surpresa. Depois, vem esse brilho de metal polido, como se estivesses limpando uma faca velha e cheia de história. E os amendoins defumados? Parece que alguém queimou um pouco demais e deixou o cheiro ficar grudado na língua. Mas não é pesado, é mais como uma brisa que passa e te faz lembrar de fogueiras à beira-mar. O final é longo demais, muito longo, como se o whisky não quisesse sair de você. Primeiro parece que vai pra um lado, depois muda de direção, como um barco que muda de rumo no meio do oceano. E esse sal, meu Deus, esse sal que parece que você está comendo um cubo de gelo salgado depois de nadar. É daquele tipo que te faz pensar: "Como é que isso não é redondo?" Mas não é, é tudo pontas e arestas, como um pedaço de costa rochosa. E mesmo assim, dá pra sentir que é da mesma família dos outros, sabe? Como se fosse um primo mais rebelde, mas que ainda te faz sentir em casa. Acho que vou precisar de um copo de água depois disso, mas valeu cada gota. 🍹




















