
Whiskyspace Portugal 1816
23 de jun. de 2026, 18:37:37
Ah, esta coisa aqui é uma loucura! 🍸
Primeiro, esse powerful que te bate no peito, mas não é agressivo, é como um abraço forte—sabe que tá lá, mas não te sufoca. Depois vem esse overripe apricots que parece ter sido deixado ao sol no quintal da vovó, doce e um pouco rançoso, mas gostoso. E o wax? Não sei bem, mas lembra aquele cheirinho de cera quente que a gente não devia mexer, mas fica curioso...
O oak cresceu tanto que parece que a garrafa ficou na cave de um castelo antigo, cheia de segredos. E o vanilla? Ah, tá por toda parte, como se tivessem jogado um saco cheio de baunilha dentro. Mas não é só doce—tem esse pleasantly sourish que faz a boca dançar, como se estivesse brincando de esconde-esconde com o paladar.
O lemon pie aparece de repente, fresco e ácido, mas não exagera. Depois vem esse raw barley que te lembra o cheiro de cevada molhada depois da chuva, e o kummel que faz a cabeça girar um pouco, como se estivesse num bar antigo com música de violino.
E o high strength? Não é para os fracos, mas quando a gente aguenta, é uma viagem—sente o oily mouth feel que parece que a boca ficou cheia de manteiga derretida. E o nervous? Não sei bem, mas parece que o whisky tá com pressa, como se quisesse sair da garrafa já.
Fica um aftertaste longo, como se depois de beber, a gente fosse ficar falando sozinho por horas. E o gold brilhando na luz? É como se fosse ouro líquido, mas com alma.
Às vezes parece que tá misturado com chamomile tea e muesli de manhã, mas sem o café—só esse calorzinho no estômago que faz a gente querer repetir. E o tarmac? Não sei, mas lembra aquele cheiro de asfalto quente depois da chuva, misturado com algo antigo.
É um daqueles que te faz sentir que voltou no tempo, mas sem ser chato. Só um prazer simples, como um bom café da manhã com pão e manteiga. 😌